Summary
In this short opinion piece, a hormone doctor at Beth Israel Deaconess and Harvard reacts to a US military health study in which about 30% of patients had stopped hormones within four years. He compares this with older figures, such as Dutch regret rates under 1%, which are weakened because 36% of people were lost to follow-up. He also points to surveys of detransitioners, who often never told their doctors. His argument is that care has changed: hormones are easier to get on consent alone, there are fewer mental health checks, and more patients are young, female-born or nonbinary. So old low regret figures may not hold, and detransition is probably rising. He urges full information about permanent effects before treatment, research comparing ways of providing care, and kind support for detransitioners. It is a reasoned expert opinion, not a study.
Key findings
- Roberts e outros (2022) constataram que 70% de 952 pacientes de famílias militares dos EUA (idade média de cerca de 19 anos) ainda estavam em uso de hormônios após 4 anos: 81% das mulheres trans, mas apenas 64% dos homens trans.
- Os homens trans tinham mais que o dobro da chance de parar, e as pessoas que começaram hormônios aos 18 anos ou mais tinham cerca de 1,7 vez mais chance de parar, embora os motivos para parar não fossem conhecidos.
- O autor observa que as taxas holandesas de arrependimento após a retirada de testículos ou ovários (0,6% em mulheres trans, 0,3% em homens trans) podem ser baixas demais, porque 36% das pessoas se perderam no acompanhamento.
- Ele cita uma pesquisa em que apenas 24% dos destransicionados contaram a seus médicos, de modo que as contagens baseadas em registros de clínicas provavelmente deixam passar muitos casos.
- Ele argumenta que hormônios dados apenas com consentimento, menos avaliações de saúde mental e uma mudança para pacientes nascidos do sexo feminino e não binários tornam provável um aumento da destransição.
- Ele conclui que as antigas taxas baixas de arrependimento e destransição podem não se aplicar aos pacientes de hoje e pede pesquisas comparando o atendimento apenas com consentimento com a abordagem holandesa baseada em equipe.
Conclusion
Irwig concludes that a proportion of transgender and gender-diverse patients discontinue hormone therapy, which endocrinologists may overlook because many who detransition stop attending clinics. Several factors give reason to believe detransition may increase and that low regret rates from earlier populations may no longer apply: rising numbers, the shift to the informed consent model, a likely smaller share receiving adequate mental health evaluation, and a shift toward more patients assigned female at birth and nonbinary. Endocrinologists should ensure patients receive adequate, comprehensive information on benefits and risks, especially irreversible effects. Research should compare outcomes of informed-consent and Dutch-style interdisciplinary models. Care for those who detransition should remain compassionate.